O Ricky Martin e o armário dela

Hoje pela manhã, fuçando no blog da Alice, encontrei um postagem antiga que eu havia feito. Comparava o fato do Ricky Martin não ter jeito de não ser gay (mesmo não assumindo) ao fato da minha certeza que a minha colega de trabalho também tinha o pé lá.

Passado mais de um ano, muitas coisas mudaram: por exemplo, o Ricky Martin não saiu do armário, ele arrombou o armário dele!

Quanto à mocinha, pois bem, eu a encontrei numa balada gay. Fiz questão de cumprimentá-la. Ela fez questão de ressaltar que o amigo beescha dela, que trabalhava na mesma empresa que nós, estava no bar.

Hm. Ela havia ido ao bar por conta do amigo dela? Que puta amigo, quero dizer, amiga ela é!

O networking florido me socorreu, e, assim, soube que o meu gaydar não falhara: a moça sempre gostou de saborear uma ostra mesmo!

Não, não teve pegacion. O Facebook me contou que uma amiga de velhos tempos dela, atualmente, está compartilhando o mesmo lençol que ela.

A vida é assim, não é mesmo?

Minha vontade de voltar a postar poderia ter terminado aí, porém, o blog Lilly Queers, com os posts sobre as caminhoneiras e sobre o ser natural x ser normal, desenterrou várias lembranças (tanto dolorosas como engraçadas) que, eu pensava, jaziam na minha memória.

Atualização ok.

Explicação no melhor estilo “queer drama” feita.

Quer vir comigo?

No som: Kinnie Star – Alright