A Matemática da Auto-Ajuda Florida

Para você, sapatão, que está tristonha, pensando que irá acabar solteira, e que sobrará bem para aquela titia que não cozinha bem, chegou a Matemática da Auto-Ajuda para As Sapatas Desesperançosas!

O cálculo é simples:

– O total da população mundial está em torno de 7 bilhões de pessoas. Se pensarmos que metade deste total consiste em mulheres, então, fazemos parte das 3,5 bilhões de mulheres deste planeta. Assim, se 1% 10% dessa mulherada for sapatão teremos 350 milhões de “apreciadoras de ostras” na Terra.

Profa, você faz parte das mulheres 1%? Diga sim!

Profa, você faz parte das mulheres 1%? Diga sim!

Fala que essa Matemática fez os seus olhinhos voltarem a brilhar novamente. Fala que você fará a seguinte marcação no espelho do seu banheiro: 350 \./ [o significado deste símbolo, você encontra aqui: http://bit.ly/JgOuIN] como mantra para você começar bem o seu dia!

Pense, sapa, que esse 1% 10% foi uma estimativa “baixinha” para a quantidade de sapatas e bissexuais que estão andando por aí, ao meu e ao seu lado, como se elas não fizessem parte das 350 \./. Agora, como “descobrí-las” e “chegar nelas”  ou fazerem-nas chegarem até você [safadenha!], já são assunto para outros posts.

Por isso, não desista, sapatão! A sua solteirice tem solução!

*Obs: Algumas reclamações me fizeram atualizar a matemática avançada deste post.

 

 

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A Regra dos 3 Segundos

Meninas, resolvi escrever este post porque quero entender as novas maneiras de paquerar ao vivo e à cores. Você está achando o assunto estranho? Então, leia e, depois, opine.

Caso “Eu, hein” 1.

Você está lá, misturada naquela muvuca de gente, com a sua altura que não ajuda muito a observar e a ser observada, quando a sua amiga te fala palavras mágicas: Olha, ela está te olhando!

Cadê?

E, aí, você olha na direção da mocinha, que desvia o olhar quando percebe que está sendo observada. Você continua olhando para ela, mas ela não olha mais pra você. Quero dizer, só olha para você quando você não está olhando para ela.

._._._.

Caso “Eu, hein” 2.

Nós a percebemos logo ali, no canto direito. Ela está conversando com as amigas, segurando um copo de qualquer coisa na mão. Ela é toda sorrisos. Que sorriso! Mas, ela não faz nenhum tipo de contato visual. Aliás, você nem sabe se ela já te percebeu.

Então, você muda de ambiente. Vai ali para fora, para ver as meninas entrarem na balada e para as suas amigas fumarem. Quando você percebe, a mocinha está ali no seu campo visual, novamente, toda rodeada de amigas. Aï, você pensa que, em balada pequena, esbarrões acontecem mesmo. Para confirmar esse pensamento, nenhum contato visual.

“Tá chato ficar naquele canto, vamos lá para frente”. Então, vamos.

Depois de 5 minutos, voilà, ali está ela.

Todas pensamos, agora, vai ter contato visual e, logo menos, contato labial, não é mesmo? Nãããããããão! Ela, as amigas, e os sorrisos entre elas.

Munida da certeza de que aqueles encontros não passam de meras coincidências, você vai pagar a sua comanda. Sua noite já deu, quero dizer, nem deu.

Já fora da balada, passando por aquele amontoado de gente dentro do fumódromo, eis o primeiro contato visual dela com você, e das amigas dela com você. Sem sorrisos dessa vez.

Olha, estou te olhando.

._._._.

Caso “Eu, hein” 3.

Você acabou de chegar na balada, que ainda está vazia, já deu uma voltinha de reconhecimento geral, e, agora, vai lá fora para ver a movimentação. Eis que desce A Mulher, de vestido tomara que caia, com o cabelo preso num coque comportado [tipo bailarina, sabe?], maquiada sem exagero, perfeita. Sua boca cai. Você baba e “baba”. Não dá para disfarçar, não tem como. Então, você olha para ela, mistura de cobiça e encantamento.

A amiga dela percebe e dá um toque para ela. Ela não olha para você, mas começa a tocar no braço da amiga, na mão da amiga, na cintura da “amiga”.

Você, que estava prestes a ir falar com ela, nem que fosse para só ficar sabendo o nome da divindade, dá um sorriso sem graça para qualquer uma que queira ver, e muda de ambiente.

As horas passam, você se diverte, procura-a para confirmar se ela está com a “amiga” mesmo, mas, nada de achá-la.

Com a comanda já paga, prestes a ir embora, ela passa e te encara.

._._._.

Olha, não sei com vocês, mas, comigo, se eu a encaro, e ela corresponde com uma olhada de mais de 3 segundos, pode deixar que, sim, eu irei lá falar com ela.

Tudo bem que levar um fora não quebra ninguém, mas levar um não de forma gratuita, ah, já passei dessa idade.

E vocês, meninas, já passaram por situações parecidas?

Sobre a bola

Minha paixão pelo vôlei começou desde a época da escola, quando aprendi a jogar.

Minha paixão por assistir vôlei começou em 1994, quando aconteceu o Mundial Feminino de Vôlei, em São Paulo. A seleção, na época, estava indo bem em todos os torneios que participava e tinha uma grande chance de chegar ao pódio naquele Mundial. Então, como é de praxe, o Estadão publicou a foto oficial do time nacional. Através daquela foto, especificadamente da Ana Paula, tornei-me definitivamente fã de vôlei.

Ana Paula

Me joga na sua rede!

Tatiana Gratcheva também jogava, nessa época, pela Rússia.

Passei a seguir a carreira da Ana Paula. Mandei até uma cartinha pra um clube que ela jogou, falando que eu era fã dela. Ganhei um super poster do time inteiro, que foi cortado, pra Ana Paula e pra Fernanda Venturini caberem na porta do meu guarda-roupa.

Tive a minha época de Leila também.

Chega de velharia e voltemos à atualidade.

A Copa do Mundo acabou faz alguns dias. E, apesar de não contar com a Piccinini, outras jogadoras boas apareceram.

1. Logan Tom

Logan Tom

Ê, lá em casa, Logan Tom!

2. Karla Echenique

Levanta a minha bola!

3. Youn-Joo Hwang

Sua coreana linda!

Essas foram as atletas que me atentaram nos jogos da seleção. Por falar em seleção, apesar de já ter linkado uma foto dela, não poderia faltar a…………

  Podem ovular à vontade, essa já tem dona.

E, também, não podemos esquecer da mais nova super religiosa do pedaço, Sheilla.

Meninas, indiquem mais jogadoras pra fazer parte da listagem 4tetas.

Cheers, my deers!

No som: The Ting Tings – Great DJ